Um problema neocalvinista

Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura.” – Mateus 9:16

O Pacto de Graça não é remendo do Pacto de Obras. Creio que um bom reformado, ortodoxo, aceitaria, sem êxito, tal afirmação. Mas, e se usarmos outros termos no lugar de pacto de Graça e Obras.Leia mais »

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Orando no Espírito

A vida cristã deve ser marcada pela prática da oração[1][2][3]. Segundo a epístola de Judas[4], um das práticas ordenadas pelo Senhor é a oração, especificamente, a oração no Espírito Santo. Este termo pode ser interpretado de forma equivocada dando a entender que existem dois tipos de orações – aquela no Espírito e outra fora do Espírito. Dessa forma o “orar no Espírito” torna-se uma prática mística que está acima do consciente e intelecto do indivíduo. Para evitar este erro e definir com maior precisão o ensino bíblico a respeito deste tema, é necessário expor algumas funções específicas da Pessoa do Espírito Santo.

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O Homem e as Escrituras

Deus que se revela

Alguém só pode ser conhecido caso se revele. Você não poderia saber da minha timidez, por exemplo, se de algum modo eu não lhe revelar esta minha característica, seja em palavras ou ações. Pois bem, Deus pode ser conhecido porque se revela. Ele revela seu próprio caráter santo, atributos perfeitos e vontade soberana. Isso se dá de dois modos: Geral e Especial.

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Bavinck e a Lei Moral/Natural

A lei moral como tal não é um lei positiva arbitrária, mas uma lei fundamentada na natureza do próprio Deus. Ela também não é um poder impessoal autoexistente independente de Deus – de forma que Cristo satisfez não a Deus, mas suas exigências – mas a expressão de seu ser. Ao preservar sua lei, Deus preserva a si mesmo e vice versa. Ela é, portanto, indestrutível e inviolável. Ela possui esse caráter ao longo de toda a Escritura e nossa consciência dá testemunho disso. Toda a chamada ordem moral mundial, com seus fenômenos de responsabilidade, noção de obrigação, culpa, arrependimento, temor, remorso, punição e assim por diante está baseada nessa inviolabilidade. Cristo, portanto, não veio abolir a lei, mas cumpri-la (mt 5.17-18; rm 10.4). Ele sustentou sua majestade e glória e a fé, portanto, não anula a lei, mas a sustenta (rm 3.31) – Dogmática Reformada, v3, p377.

Evolução e big-bang: uma questão de Fé

Devo utilizar três argumentos para mostrar que tanto a evolução quanto o big-bang não são teorias que estão racionalmente superiores à literalidade da revelação especial de Deus em Gênesis 1-3. São eles:

1 – O método científico não é capaz de chegar a uma verdade absoluta.

O método científico é baseado na observação e teste. Ele testa as partes e propõe uma possível verdade para o todo. Ele observa a parte e conclui o todo. É sempre indutivo! As teorias científicas, portanto, devem ser constantemente revisadas quando observado algum fato novo, porque, neste caso, o particular mudou e assim o todo muda. Qualquer variável que tenha sido esquecida ou ignorada invalida a proposição inicial.

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