Livros

Nesta página você encontrará sugestões de livros.

Covenant Theology: From Adam to Christ

coxeNehemiah Coxe mostrou em Covenant Theology: From Adam to Christ como o pacto de graça deve ser compreendido na antiga aliança. Ele explica que a interpretação tipológica tem papel fundamental para a tradição batista e que todos os pactos veterotestamentários tipificam a representação federal de Cristo. A obra de Coxe esclarece, principalmente, como a aliança da circuncisão possui o caráter tipológico e subserviente do pacto de graça. A segunda parte do livro é o trecho do comentário em Hebreus de John Owen que analisa o Pacto no Sinai.

The Distinctiveness of Baptist Covenant Theology

pascalAo fazer uma comparação entre o federalismo dos batistas e presbiterianos do século 17, Pascal Denault mostra em seu livro, The Distinctiveness of Baptist Covenant Theology , as razões pelas quais os editores da Segunda Confissão de Fé Londrina modificaram a Confissão de Fé de Westminster, especificamente o capítulo 7, “O Pacto de Deus”.

 

The Doctrine of Law and Grace Unfolded

bunyanO trabalho de John Bunyan intitulado The Doctrine of Law and Grace Unfolded analisa, na primeira parte, o pacto mosaíco na tentativa de provar a continuidade do pacto de obras na antiga aliança. Bunyan apresenta a antítese da antiga e nova aliança focando na primeira parte do seu escrito o pacto mosaico. Apesar de Bunyan defender que o Pacto Mosaíco é a formalização do Pacto de Obras iniciado no Éden, seu pensamento não deixou de dar contribuições à sistematização pensamento batista.

A Confissão de Fé Batista de 1689

cfbEm 1644 a Inglaterra continha dezenas de igrejas e seitas heréticas. Os Batistas foram confundidos com um grupo chamado Anabatistas que estivera envolvido com uma grande rebelião. A situação era potencialmente explosiva. Os Batistas precisavam demonstrar que não eram radicais, e que não estavam minando subversivamente a estrutura da sociedade nem queriam fazer rebeliões.
Os Batistas decidiram agir a fim de extinguir o medo e as informações erradas que se espalhavam. Então elaboraram, em 1677 a segunda confissão de fé de maneira que qualquer interessado pudesse ser capaz de obter um entendimento preciso de suas doutrinas e práticas. A confissão de fé batista de 1689 – como ficou conhecida – não é nada mais, nada menos, do que um resumo das doutrinas cridas em ensinadas pelos Batistas Reformados.

Cristo, O Nosso Fiador No Pacto Da Graça

keachRecomendamos a atenciosa meditação nesta belíssima tessitura que trata de um dos mais sublimes temas para todo Cristão: A eterna e perfeita segurança que temos na Pessoa para sempre bendita de Cristo Jesus. Louvamos a Deus pelo desvelar da “Fiança de Cristo” pela pena habilidosa e precisa de Benjamin Keach!

 

Um Ensaio Sobre O Reino de Cristo

boohMaravilhoso Tratado pela pena mui fiel e habilidosa de Abraham Booth, publicado originalmente em 1783.

Eis o seu esboço:

• Prefácio por Brandon Adams

• Prefácio

• Um Ensaio Sobre O Reino De Cristo

• A Igreja Evangélica É Um Reino, Não Deste Mundo, No Que Diz Respeito À Sua Origem

• O Reino De Cristo Não É Deste Mundo No Que Se Refere Aos Súditos De Seu Justo Governo

• O Reino De Cristo Não É Deste Mundo, No Que Diz Respeito Aos Meios Que Ele Emprega Em Seu Primeiro Estabelecimento E Aqueles Que Ele Designa Em Seu Avanço E Apoio O Reino De Cristo Não É Como Os Impérios Deste Mundo, No Que Diz Respeito Ao Esplendor Exterior

• O Reino De Cristo Não É Deste Mundo, Em Relação Aos Seus Privilégios, Suas Riquezas E Suas Honras

• O Reino De Cristo Não É Como Os Domínios De Príncipes Seculares, Em Relação Aos Seus Limites E Sua Duração

Casamento & Divórcio

John OwenDurante o século 17, o parlamento inglês aprovou três meios para o pedido de divórcio: (1) no caso em que se provava a invalidade do casamento por motivo de idade, pois só eram válidos casamentos em que o homem possuía no mínimo 14 anos, enquanto a mulher 12 anos. Ou ainda, nos casos de impotência do homem ou frigidez da mulher. (2) Havia também a possibilidade de separação “a mensa at thoro” ou “mesa e cama”. Contudo, as partes não poderiam se casar novamente e os direitos de posse ou herança dos filhos permaneceriam os mesmos. Esse divórcio era defendido pelos romanistas uma vez que o laço matrimonial não era rompido. (3) Ou ainda, através do processo “divortuim a vinculo matrimonii”. Esse processo era extremamente caro e a decisão final tomada exclusivamente pelo parlamento inglês. É diante deste cenário que John Owen escreve o tratado “Casamento após o divórcio”, impresso primeiramente no volume “Sermons and Tracts” de 1721

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